Episódio 10 – Como uma onda … (Hipótese de De Broglie e a dualidade onda-partícula)

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Episódio 10 – Como uma onda … (Hipótese de De Broglie e a dualidade onda-partícula)



Em sua tese de doutorado, o jovem príncipe Louis De Broglie, propôs uma ideia que mudariam profundamente dos alicerces mais fundamentais da matéria. Que proposta foi essa? Bom … vejam neste episódio.

www.universidadedaquimica.com.br

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43 Comments

  1. Eric Sandro disse:

    Creio que esse Canal no Youtube não fica na superficialidade de muitos por ai… Contudo tenta revelar da melhor forma quem veio com que teoria e como fizeram.

    Ficando mais acessível a nossa capacidade de analisar o que foi nos ensinado como "verdade".

    Recomendo muito esse Canal (Universidade da Química) … sem igual aqui no Brasil, pelo seu nível de aprofundamento da física quântica, etc, etc.

    Porque exatamente ele "escolheu" esse padrão ??? Bom no vídeo diz que ninguém sabe ou soube, acharam estranho tal figura…. Bem,.mas sim de fato é sabido a relação !!!

    https://www.researchgate.net/figure/Examples-of-EM-images-with-local-three-fold-symmetry-From-left-to-right-a-b-electron_fig2_313807438?fbclid=IwAR1LlsIxxqBeHXpGz2HQ3PvNT77cENNwq8ckYsTvNE50mIl4fHiGL_BZpkU

    By Eric Sandro

    Bem vindo à Geometria Sagrada
    http://www.facebook.com/entenderparaver

  2. Professor, esse assunto é fantástico!

  3. cax lies disse:

    GRATIDÃO INFINITA! A sua didática é sensacional e o embasamento histórico intiga o sentimento mais importante da ciência que é compreender em sua essência. Os artigos citados são cruciais para a absorção. Obrigado por ensinar tão bem. Muita luz pra você.

  4. Rei da Festa disse:

    Que ótimo vídeo!! Obrigado

  5. Igor Coreixas disse:

    Antônio, te conheço de vista lá da UFF, parabéns pelos vídeos e sua imensa qualidade. Precisamos de professores como você no ensino de Quimica e divulgação científica.

  6. Muito bom muito bom

  7. Gabriel Amado disse:

    muito bom manooo, explicação muito boa

  8. Clara Bairral disse:

    muito bom prof!!!!!

  9. VINI CIUS disse:

    Ótima explicação professor!

  10. Daniele E. disse:

    Demais…..

  11. Lucas Rodeiro disse:

    cara pelo amor do átomo tira esses anúncios no meio do video que quebra muito a concentração.
    excelente video bom trabalho.

  12. O erro do reducionismo materialista no estudo da natureza da luz e a nova perspectiva da luz como um fenômeno semimaterial

    As atuais teorias da física sobre a luz elaboradas nos 2 últimos séculos reduziram a luz como sendo constituída fisicamente de 2 estados materiais, ondas e partículas.

    As diversas interpretações derivadas para a elaboração dessas 2 teorias partiram de poucos e excêntricos experimentos com a luz sobre condições singulares, como a famosa experiência de dupla fenda de Thomas Young,que culminou na intepretação e elaboração da hipótese ondular. Alguns outros experimentos com refração e reflexão desde o período newtoniano até o início do século XX, deram origem as intepretações que culminaram na elaboração da teoria corpuscular.

    O que proponho é defender a tese que esse reducionismo materialista não se aplica integralmente a natureza da luz e partiremos de observações, raciocínios e experimentos mais básicos, reproduzíveis e confirmáveis por qualquer pessoa que se interessar no assunto.

    Assumimos inicialmente que a luz manifesta determinados comportamentos materiais,como ser bloqueada e totalmente absorvida por corpos materiais densos, como paredes, metais e outras estruturas físicas sólidas, o que acontece também com um corpo material sólido em contacto direto com outro corpo sólido, pois se existe um obstáculo sólido como uma parede a minha frente, eu como corpo sólido não conseguirei transpassar essa parede e serei bloqueado por ela, o mesmo aplicando-se à luz. A luz também sofre refração ou desvio em contato com corpos em outros estados menos densos, como em meios gasosos e líquidos, como já demonstrado exaustivamente por Newton e outros grandes físicos e cientistas experimentalistas, assim como acontece reflexões em prismas e outros materiais. Até aqui nada de novo.

    A novidade é que a maioria desses experimentos com anteparos e materiais como prismas e fendas foram elaborados como formas especiais de interação com a luz, o que já constata-se que não poderiam, dessas condicões específicas e acidentais, serem derivadas interpretações físicas gerais e essenciais da natureza da luz, pois segundo Aristóteles, o pai da ciência, somente é ciência o estudo das manifestações dos fenômenos que ocorrem com maior regularidade na natureza (na esmagadora maioria das vezes), não podendo existir ciência de condições especiais e acidentais, como duplas fendas que foram colocadas por Young na frente de um raio de luz ou os prismas de Newton. Dos parcos e raríssimos resultados das deformações sofridas pela luz ao passar por esses artefatos inventados pelo ser humano, deduzir universalizando a natureza da essência do comportamento da luz em todo universo/realidade, é uma total aberração. Esse procedimento seria similar a alguém usar um espelho para deformar as imagens dos homens e posteriormente elaborar uma teoria física de que toda essência humana é universalmente aquela monstruosidade. Isso não nos parece um procedimento muito racional, lógico, regular e científico.

    Portanto considero que podemos fazer algumas observações mais básicas e tentar encontrar uma definição de luz que se enquadre melhor naquilo que é regularmente observado por todos seres humanos que tenham seus 5 sentidos funcionando plenamente.

    A primeira e mais básica observação é que a luz não pode ser totalmente reduzida a puros estados da matéria, já que é um fenômeno originado das transformações da matéria à posteriori. Um exemplo disso é a produção de energia elétrica que se transforma em luz em nossos aparelhos eletrônicos. Antes de existir luz do televisor ou das lâmpadas, precisa haver corrente elétrica passando nos fios para ser a posteriori convertida em luz nos tubos ou monitores e antes que exista energia elétrica nos fios, essa energia precisa ser produzida nas usinas pela corrente das águas dos rios represados, que por sua vez movimentam as turbinas gerando energia mecânica que é reconvertida em energia elétrica. Em fogueiras, para ser produzido o fogo, gerado calor e luz, primeiro a matéria sólida dos galhos ou carvão precisa entrar em combustão para à posteriori gerar calor e luz. Nos vagalumes no fenômeno da bioluminescência o processo é o mesmo, primeiro o corpo sólido do vagalume e depois a emissão da luz por bioluminescência.

    Mas o contrário não pode ocorrer, a saber, a luz não pode ser reconvertida em matéria, se isso acontecesse teríamos um moto perpétuo de reconversão de matéria – luz e luz – matéria add infinitum, de modo que apenas uma quantidade inicial de energia seria suficiente para ser usada por nossos aparelhos eletrônicos por toda eternidade, o que não possui nenhuma base nas experiências empíricas de nossa realidade. Caso isso de fato ocorresse seria uma maravilha, pois resolveria todos nossos modernos problemas energéticos e ambientais. Mas a realidade não é um conto de fadas. Portanto, com esse raciocínio fica demonstrado o primeiro ponto, a saber, que a luz é um efeito produzido pela matéria e que não pode ser reduzida aos 2 estados materiais, onda ou partícula, caso contrário poderia ser reutilizada e reciclada por nós, em nossas máquinas, ao infinito.

    O segundo ponto a demonstrar é a nova hipótese que defendo, de que a luz manifesta-se como um fenômeno semimaterial, ou seja, que não pode ser reduzida totalmente a estados puros da matéria, mas também ao mesmo tempo não pode ser totalmente descaracterizada ou privada dos comportamentos desses estados materiais.

    Como isso é possível?

    Ora, já observamos que a luz pode ser bloqueada por paredes, desviada por prismas, refratada e refletida em meios saturados ou específicos conforme ja demonstrado solidamente por grandes cientistas e físicos da humanidade. Porém,um feixe de luz não pode ser dividido ao meio por um anteparo, como por exemplo, por uma faca, um bastão de madeira ou qualquer outro objeto que colocarmos no meio de um raio de luz. Quando temos um certo corpo material contínuo, ao passarmos uma faca em alguma de suas partes ou batermos nele com algum objeto sólido, o mesmo dividi-se em 2 ou mais pedaços, sendo produzidos fragmentos que podem ser visualizados como 2 corpos descontínuos.

    Mas esse mesmo fenômeno da divisibilidade não ocorre com um feixe de luz, pois ao passarmos um objeto na frente do feixe ele não é dividido em 2 pedaços, mas sim totalmente bloqueado pelo objeto, então podemos deduzir desse experimento que os feixes de luz são indivisíveis. Como todos os corpos materiais são divisíveis ou quebráveis em outras partes, então resulta disso que a luz também possui qualidades do espaço vazio, que é comprovadamente indivísivel por não ser constituído fisicamente e nem poder ser destruído ou movido por nenhum corpo, fenômeno ou estado material,como já demonstrei no artigo o espaço é vazio ou imaterial, recorrendo à variados exemplos observacionais da nossa realidade.

    Fonte:https://feitoza-filosofia.blogspot.com/2014/07/o-espaco-e-vazio-o-espaco-nao-sofre.html?m=1

    Como um exemplo mais fácil de ser assimilado sobre a indivisibilidade da luz, podemos dizer que um feixe não poder ser cortado e dividido ao meio por qualquer anteparo ou corpo material, de modo que uma parte desse raio de luz fique de um lado e outra fiquei de outro lado caída no chão, como um pepino cortado ao meio por exemplo.

    Consideramos que com essa observação empírica mais básica do comportamento da luz e que ocorre em inúmeros exemplos da realidade(qualquer um pode colocar qualquer anteparo na frente de um feixe de luz e nunca será observado que esse feixe se dividiu ao meio gerando 2 feixes diferentes), ao contrário dos experimentos excêntricos da física moderna com duplas fendas que colocam situações que raramente se repetiria em condições naturais no universo com intuito de reduzir a luz a estados puramente materiais, demonstramos que a luz se comporta como um fenômeno semimaterial.

    A luz para nós é um fenômeno resultante da interação entre matéria e espaço vazio, não interação estritamente física, mas interação no sentido de o espaço, por ser vazio, permitir com sua passividade o movimento dos diferentes corpos materiais, movimento esse que gera atritos e atrações entre os diferentes elementos materiais, resultando em calor quando se movem e se chocam no vácuo e consequentemente desse calor e interação entre os diferentes corpos materiais, é produzida a luz. As próprias teorias astronômicas modernas de formações estelares, embasadas em observações empíricas dos nascimentos de outros sistemas estelares, sustentam o mesmo processo, ao defenderem que no início, o sistema solar era constituído por nuvens de gases e poeiras cósmicas, que começaram a girar cada vez mais rápido, se aglutinar, se aquecer até se incendiar e formar o sol, gerando assim a luz, como um fenômeno híbrido que manifesta fisicamente as heranças comportamentais(genéticas) da mãe matéria e do pai espaço vazio, através dos comportamentos materiais(refração, reflexão, absorção) e imateriais(indivisibilidade de um raio de luz em 2 ou mais corpos descontínuos) que aqui demonstramos.

  13. Salada Mista disse:

    Didática excelente! E isso é mecânica quântica!

  14. parabéns pelos vídeo!

  15. Muito bem explicado.

  16. Uma duvida professor eles. Também viram como particulas?

  17. Marcela L disse:

    A iluminação do seu vídeo fica piscando… se tiver como arrumar 🙂

  18. Aula muito massa!
    Parabéns!

  19. Amanda Sousa disse:

    Muito obrigada, seus vídeos trazem os assuntos mais interessantes!!!!!!!!!

  20. kornrandor disse:

    Essas ondas de broglie na verdade sao as estacionarias, né. Aquelas ondas com aqueles formatos de funçoes de onda de schoringer em que a amplitude define a probabilidade de densidade eletronica sao essas de Broglie um pouco modificadas por schrodinger ou sao outras totalmente diferentes?

  21. Edilaine disse:

    Estou até mais esperançosa de passar em química 😢

  22. Professor , muito boa sua explicação, eu só não prestei mais atenção na sua aula por causa do sono. Bem o modelo de Groglie é meio complicado , mas é bem interessante. Professor só uma dica para o senhor, coloque a câmera de frente para o seu rosto e não a baixo dele 😊

  23. Rapaz, vai ser bom de didático pra lá da parede do universo. Tu és bom demais!

  24. Natan Freitas disse:

    Você poderia me enviar por e-mail os dois artigos, o de De Broglie e o de C.Davisson? É para um trabalho da universidade. Procurei pelo Google mas não achei.

  25. Sydney Souza disse:

    é onda, é partícula, é onda-partícula…
    Se as particulas falassem…🔭
    Se as ondas falassem…

  26. Flavio Toledo disse:

    voce que é o de broglie

  27. Nossa muito bom

  28. Lucas Santos disse:

    Essa família Thompson não era nada talentosa heim professor? kkk
    A vídeo aula é muito boa e me ajudou bastante!!! Obrigado ✌🏼

  29. Eu não entendi… h.c produto da constante de planck?

  30. Cesar Oshida disse:

    Uma explicação simples para um assunto tão complexo como esse, parabéns!

  31. Priscila Reis disse:

    Obrigada por compartilhar seu conhecimento.
    MARAVILHOSO.

  32. Valber .A disse:

    A Wikipedia apresenta:"A dualidade onda-partícula, também denominada dualidade onda-corpúsculo ou dualidade matéria-energia"
    Minha pergunta é: é correto afirmar que Dualidade Onda-Partícula e Dualidade Matéria-Energia, são a mesma denominação, a mesma coisa?
    Teria algum artigo mais confiável cientificamente a respeito disso ?

  33. johnny alves disse:

    Parabéns Professor. Ótimas aulas. Material muito didatico e ao mesmo tempo muito aprofundado. Primeiro canal brasileiro que eu vejo que explica esse assunto de forma simples e de facil entendimento mesmo a quem não esta em nivel superior. rsrsr

  34. Emanuel Aneth disse:

    MEU DEUS CARA, VOCÊ É FODA! Material de qualidade extrema, você conseguiu tornar o que meu professor de Química Geral deu legal. PARABENS!!!!

  35. Josias Santos disse:

    Olá Prof! td bom ? Pretende por aulas de ligações ( TLV e TOM) no canal ?

  36. ainda sobre experiência da fenda dupla… nunca ficou claro para mim, como os "cientistas" da década de 20 ou 30, poderiam garantir que e o canhão de elétrons estava emitindo apenas um elétron por vez. pois é isto que é dito todas as vezes que alguém descreve este experimento.
    Ainda estou procurando um documentário que demonstre o aparato original.

  37. HAR Gamers disse:

    o fessooo valeu ai , me ajudou bastante no seminário aqui … nota 10 para o senhor !

  38. sempre quis fazer faculdade de química e física, acredita q só aprendi matemática depois q terminei o segundo grau. alguns conceitos eu não entendia, me achava hiper burro kkk. Isso acontecia não por minha culpa, achava matemática, física e química somente para pessoas hiper inteligentes ( e há ), mas os conceitos os professores falhavam e muito. obrigado professor.

  39. aí professor vc é o cara, já li sobre a equação de brogie, mas nunca entendi sua equação, mas vc com uma maestria simples, não simplista me ajudou muito. entendia a física quântica conceitualmente mas não matematicamente q é o essencial. parabéns professor vc ganhou um mais um aluno. continue assim, parabéns. qro assistir outros vídeos teus.

  40. Parabéns, você é o cara continue sempre assim, pois ajuda bastante principalmente suas explicações matemáticas que é a essência da matéria.

  41. Angelo Costa disse:

    Mais uma vez, mto bacana sua aula! E não estou assistindo para passar em matéria, mas por interesse no assunto mesmo.

    Gostaria de tirar algumas dúvidas minhas:

    1- É correto afirmar que toda matéria também pode ser analisada como onda? E vice-versa?

    2- Sendo a luz, uma onda eletromagnética, dual, todas as ondas eletromag são? E as mecânicas, como o som?

    3- Se a luz, como onda eletromag, independe do meio para propagar-se, por que ela não perpassa todo o oceano? Por que ela não atravessa uma parede? Afinal, o próprio som consegue atravessar a parede…

    4- Por que conseguimos captar/ouvir melhor o som em outro cômodo de uma casa usando um copo com a concavidade tampada pela parede? Será ele capaz de intensificar o som que atravessa a parede?

  42. Saudações professor! O modo didático para apresentar esse conteúdo aproxima um conteúdo complexo da realidade dos cursistas universitários. Agradeço à sua atenção ao elaborar este trabalho.

  43. Brenda Braz disse:

    Professor, a energia de E=hf quer dizer que uma onda pode tornar-se energia, do efeito foto-elétrico, certo? E a energia do E=mc² quer dizer que a matéria pode tornar-se energia e vice-versa, certo? Então não é incoerente de certa forma igualar duas energias com significados diferentes? Obrigada :]

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