Transformação de Lorentz – Introdução



Curso online de Física Moderna da Universidade Federal Fluminense

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  1. Me diz uma coisa… dentro do campo da relatividade restrita… A gente sabe que tem Lá o tempo é relativo… O espaço é relativo… Mas a velocidade relativa? Me tira essa dúvida… se a velocidade é relativa… que valor de velocidade é aquele que aparece lá no fator de lorentz em que o seu quadrado divide o quadrado da velocidade da luz? É a velocidade tomando o referencial em repouso ou é velocidade tomando o referencial em movimento…?

  2. professor é professor velho, sem mais, esse bando de jovem que tem agora, tudo com a fala hesitante, a voz estridente, sem saber onde bota as mãos e sem experiência eu chega desanimo

  3. Gostaria de colocar essas dúvidas abaixo para o Prof. Dr. Jorge, pois isso (para mim) não ficou claro em suas excelentes aulas…(Sou apenas um engenheiro mecânico…curioso com a física e a psicologia)

  4. Então será que a relatividade geral, incluindo a gravidade, faz com que referenciais inerciais num campo gravitacional percorrem uma linha curva, uma geodésica, e é por isso que ocorreu a dilatação do tempo no experimento de 1971? Então seria possível um Foguete partir da Terra, percorrendo uma geodésica elíptica (curva), como um cometa, em orbita do Sol, a uma velocidade de digamos 0,9C e, ao retornar, décadas depois pelo relógio Terra, realmente o Irmão gêmeo no foguete estaria mais jovem que aquele que teria permanecido na Terra….Então me parece que, foguetes viajando para longe a altas velocidades e depois retornando ao ponto de partida são MÁQUINAS DO TEMPO para o Futuro, mas NUNCA para o Passado….

  5. O paradoxo dos irmãos gêmeos não me parece um paradoxo, mas uma realidade, pois no caso do experimento de 1971 dos dois "relógios gêmeos" atômicos, um dos relógios, o relógio S', realmente fazia uma trajetória circular (o avião voando em torno da Terra) aparentemente um referencial não inercial pois mudava de direção o tempo todo, então a dilatação do tempo afetaria um irmão gêmeo do Piloto (ambos digamos inicialmente com 40 anos de idade) que estaria a bordo do avião em relação ao irmão que teria ficado na superfície da Terra e, se esse avião estivesse à 0,9C, e permanecesse dando voltas na Terra por 80 anos (tempo da Terra), quado esse pousasse de volta ao local onde estaria o irmão gêmeo do referencial Terra, o Irmão gêmeo Piloto estaria digamos com 80 anos (40+40), enquanto o irmão gêmeo "Terra" já estaria com 120 anos (40+80) ou já estaria morto…

  6. Uma curiosidade, se entendi bem.
    A medida própria  – no caso, a altura do vagão de trem – do referencial-foguete é constante, uma vez que esta altura não é afetada pelo movimento do foguete, pois é perpendicular ao sentido do deslocamento considerado.
    Esta altura do vagão é o produto da velocidade da luz pelo intervalo de tempo próprio.
    Se entendi direito, o tempo próprio é constante, logo, o produto também é, uma vez que a velocidade da luz é naturalmente constante.
    E a altura do vagão é também o cateto oposto ao ângulo que podemos chamar de Teta, que tem seu vértice na origem dos dois referenciais.
    O cateto adjacente ao ângulo Teta tem como medida o produto da velocidade do trem pelo intervalo de tempo entre dois eventos quaisquer.
    Assim, a tangente trigonométrica de Teta é

    tg Teta = (c . Delta_t_0)  / (v . Delta_t).

    Com isto, então, eu suspeito, não pode haver uma velocidade relativística igual a zero, a fim de que o denominador se torne também zero.
    Também, eu suspeito, não poder haver um intervalo de tempo igual ao zero, porque causaria a mesma inconsistência (o tique e o taque se dariam simultaneamente e o tempo assim passaria instantaneamente).

    Acontece que, pela transformação de Lorentz, o valor de 'v' pode ser zero, que é quando Delta_t = Delta_t_0.

    Por onde é que eu me enveredei e encontrei este (aparente?) absurdo?

    Abraços a todos

  7. Excelente aula. Isto é um exemplo de verdadeiro professor.
    Gostaria de mais perguntar do que fazer uma observação: o professor, no tempo do vídeo 8:56, diz "o referencial S' é o referencial do foguete".
    Isto confunde o aluno, no caso, eu. Não deveria ter sido dito "o referencial S' é o referencial-foguete" ao invés de "o referencial S' é o referencial DO foguete"?
    Acredito dever ser assim porque, quando digo "S' é o referencial-foguete" quero dizer que considero o foguete parado, ele é a origem, mas "S' é o referencial do foguete" pode dar a entender (repito, sob o meu entendimento) que há um ponto de referência outro que não seja o próprio foguete.

    Então entendo que deveria ter sido dito "referencial-Sol" e "referencial-foguete".

    Abraços a todos.

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